Nossas Produções
Peças teatrais do coletivo

Cartas para Petrina
A peça narra a história de vida de Petrina Maria de Souza, avó do autor, e é interpretada por Lívia Maria. Na trama, Lívia se depara com fotos e cartas escritas por familiares de Petrina após a sua morte. Esta obra, linda e comovente, oferece ao público a chance de se identificar e de reconhecer, em si, a história biográfica da personagem. Dessa forma, caro leitor, deixo a pergunta: se você pudesse enviar uma carta a uma pessoa que já partiu, o que escreveria?

Forro
Ao ser confundido no trabalho, um malabarista de semáforo se torna notícia de Jornal.

A Oléo Cru 1 e 2
A Óleo Cru é uma esquete que homenageia a vida das marisqueiras e dos pescadores artesanais, criticando o derramamento de petróleo, a especulação imobiliária e o assédio referente ao histórico da vida das comunidades costeiras. Através das artes como: atuação, dança, performance e música, ‘’ A Óleo Cru’’ faz um convite ao cotidiano das vidas ribeirinhas, com a retratação de personagens que sobrevivem e resistem na cultura do manguezal, nos levando a repensar nosso olhar acerca dessas comunidades, no histórico social e local de Sergipe, além de mergulhos mais profundos com a prática do consumo exacerbado e o desafeto com a natureza. Um verdadeiro convite ao encontro de nossas raízes e defesa da nossa cultura.

OSR 2 - Observatório Social dos Royalties: O Petróleo é Nosso!
O Coletivo Cidade teve a honra de, mais uma vez, colaborar com o Observatório Social dos Royalties (OSR) na realização da peça teatral "O Petróleo é Nosso", com texto e direção de Kauã de Souza. Desenvolvido dentro da temática do orçamento público e da gestão dos royalties, o espetáculo utilizou a linguagem teatral para aproximar a população de debates fundamentais sobre cidadania, participação social e o destino dos recursos públicos. Por meio da arte, a montagem resgatou histórias, tradições e o sentimento de pertencimento das comunidades, evidenciando a importância de políticas públicas que valorizem os territórios e seus habitantes. Mais do que uma apresentação, a peça foi um convite à reflexão sobre justiça social, desenvolvimento e responsabilidade coletiva. A mensagem que permanece é clara: invistam nas comunidades ribeirinhas. Invistam em nossa terra.

OSR 1 - Observatório Social dos Royalties: Licença? Só Para Rir, Palhaços Tilapia e Pilombeta, Marta: Antigamente Não Tinha Isso
Como contrapartida social do Observatório Social dos Royalties (OSR), o Coletivo Cidade desenvolveu uma série de intervenções artístico-culturais durante os seminários promovidos pelo projeto, utilizando o teatro e a dança como ferramentas de diálogo, sensibilização e educação social. As apresentações foram construídas para abordar, de forma acessível e reflexiva, temas relacionados à realidade das comunidades envolvidas, estimulando o debate, a participação cidadã e a valorização da cultura como instrumento de transformação social. Entre os espetáculos apresentados estiveram Licença? Só Para Rir!, Marta: Antigamente Não Tinha Isso e Palhaços Tilápia e Pilombeta, obras que, por meio do humor, da ludicidade e da linguagem cênica, promoveram reflexões sobre questões sociais e fortaleceram a aproximação entre os participantes dos seminários e as temáticas discutidas pelo projeto. A iniciativa reafirma o compromisso do Coletivo Cidade com a democratização do acesso à arte e com o desenvolvimento de ações culturais conectadas às demandas e vivências da comunidade.

Caju Cajá Manga Mangaba
Caju está assistindo a um react do novo episódio de “O Evangelho da Meia Noite” a sua série favorita, de repente surge Cajá para levá-la ao encontro de Manga e Mangaba. Essas 4 frutinhas sergipanas vão se divertir muito brincando, cantando e tomando sorvete enquanto descobrem sobre os significados do Amor, Tempo e Espaço.

Anhangá
Anhangá é na mitologia Tupi “A alma que corre no mato”, originalmente ele era uma imagem temida por caçadores, parte do folclore originário mas, com a chegada da Companhia de Jesus em sua missão de catequese a sua imagem foi ridicularizada como o antagonista brasileiro da igreja. Nesse espetáculo a evocação do Anhangá o traz de volta para contar a sua visão sobre as ações do “bicho homem”.

Cidade de Mármore
Em um trágico acidente, Lúcio, motorista de John.M, um grande empresário de Sergipe, escapa da morte juntamente com sua esposa Nadine, e Anne, filha de seu patrão. Agora, Lúcio refugia-se em uma pousada da região, buscando resolver toda situação que o coloca em um cenário de vida ou morte. Além de todo o caos vivenciado, problemas mal resolvidos do seu passado buscam levar ao ápice da loucura, desejando vingança. Qual será o destino de sua história?

Muriqui: Tem Vaga!
Muriqui é um flanelinha que consegue fazer rir através da sua rotina de trabalho cansativa na rua, ele questiona quais as vagas a vida reserva para quem se doa todos os dias por um objetivo. Com senso de humor, ele traz à luz assuntos recorrentes em comunidades periféricas como o mal funcionamento do sistema público de transporte, paternidade na adolescência e a dificuldade de inserção no mercado de trabalho.
